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]]>Animais de estimação são cada vez mais comuns nos lares brasileiros, e em número crescente. Estimativas do IBGE mostram que a taxa de crescimento desta população animal é de 5% ao ano, e apenas 1% para os humanos. Em 2013, o país possuía 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos, em um universo de 132 milhões de animais de estimação. Pesquisa de empresa de locação de imóveis verificou que 41% das pessoas que procuram um novo lugar para moradia consideram fundamental que o edifício permita animais.
Ainda assim, nem sempre a vida deles é fácil em condomínios. A falta de espaço, hábitos e comportamentos distintos entre animais e a convivência com seres humanos com estilos de vida diferentes, fazem com que a aceitação dos bichinhos em edifícios seja cercada de regras. E, para azar deles, somente humanos votam em assembleias. Daí, é importante observar algumas questões, antes de procurar um novo endereço:
Faça algumas caminhadas pelas ruas no entorno, veja se há um bom número de animais circulando pela comunidade. Pesquise se há pet shops na proximidade, clínicas veterinárias e parques ou praças para um bom passeio. Tudo isso indica um comportamento bastante amigável para bichinhos de estimação.
Mesmo que a comunidade local seja favorável, você pode dar o azar de escolher um edifício com certa hostilidade a animais. E por mais que as leis protejam sua relação com os animais, há limites que podem ser definidos pelos moradores. Nestes casos, se o pensamento corrente é muito diferente da sua visão de relacionamento com animais, os desgastes de convivência surgirão com o tempo. Você precisa ponderar se vale a pena o desgaste.

Conversar com funcionários e moradores é um passo eficiente para conhecer os hábitos e rotinas em relação aos animais, se há histórico de conflitos envolvendo bichos. Pergunte se há vários animais de estimação no edifício, se eles podem passear em áreas comuns.
O regimento define normas de convívio, e o que está ali é válido para todos, desde que não se contraponha a leis maiores. O documento frequentemente é omisso em vários aspectos sobre permissões a animais, mas se as proibições e restrições são determinadas com rigor, ligue o alerta: pode haver um histórico negativo por trás disso.
Cuide adequada e regularmente da saúde do seu bichinho. Banhos, vacinas, tosas, rações de qualidade tudo deve estar em dia. Não corra riscos de mudar para uma casa nova e seu animal estar com pulgas e vermes. Use sempre coleiras e focinheiras, quando for o caso.
Seu companheiro irá para uma nova e estranha comunidade, e pode ter comportamento diferente do habitual. Ao sair de casa, mantenha-o bem identificado, com coleira e identificação contendo o nome dele, e o telefone de contato. Esta atitude pode poupar grandes sofrimentos no caso de fuga ou perda.
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]]>É interessante normatizar um horário permitido para a permanência de animais em áreas comuns, mas que não pode ser muito restritivo. Da mesma forma, há locais que podem ter acesso proibido, como a área de playground, evitando que os animais façam sujeiras na areia destinada às crianças. Áreas destinadas estritamente à circulação de pessoas e mercadorias, garagens e jardins cultivados são áreas impróprias à permanência de animais.

Assim como ocorre com as crianças, um responsável deve acompanhar o animal, durante todo o período nas áreas comuns. Lembre-se que ele pode mexer em coisas, derrubar equipamentos, pular em pessoas e, claro, fazer suas necessidades fisiológicas e mante-lo vacinado e que tenha tomado vermífugo animal. Cuidar para que o passeio seja tranquilo é sua responsabilidade, e de ninguém mais.
Não sabemos se animais tem TPM, mas não custa observar seu comportamento. Cães e outros animais no cio, provavelmente ficam melhor em casa. Se saírem, evite o contato com mais animais do condomínio, para que não ocorram atritos com outros donos de bichinhos… se o seu animal não se dá bem com algum outro específico, combine com o dono um revezamento no horário de passeio.. este tipo de cuidado é engrandecedor, para os pets e seus donos!
Outra coisa… se o seu animal é barulhento ou desajeitado, defina você mesmo o melhor horário de passeio, sempre pensando no próximo!
Alguns animais somente eliminam seus dejetos quando saem dos apartamentos quando acabam de se alimentar com sua ração. Assim, o condomínio pode definir uma área específica para que isso ocorra, e cabe ao dono educar o animal. Quando não há local específico, ou o condomínio seja pequeno demais para isso, você terá que recorrer à área de serviço ou, eventualmente, passeios externos. Mas, lembre-se: dentro ou fora do condomínio, o dono é responsável eticamente pela limpeza da bagunça.
O regimento interno vai fazer constar, claramente, as normas de transporte e posse de animais domésticos. E eles são assim chamados exatamente porque são domesticáveis, ou seja, ensinados a ter comportamento dócil em sociedade. Se você tem um amor incondicional por cobras, iguanas, porcos ou uma coleção imensa de aranhas, repense viver em condomínio: o simples fato de colocar a integridade física ou à saúde de outros moradores é suficiente para a proibição da existência deles.
O regimento interno é o documento legal para constar normas de trânsito dos animais domésticos, nas dependências do prédio. Vamos listar algumas questões que podem constar do documento:
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